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Rota do Nordeste (Selecção)

Esta rota permite-nos conhecer as igrejas românicas mais importantes da região transmontana. Nesta região, os monumentos românicos surgem em baixa densidade e com uma elevada dispersão. Este facto, associado às difíceis acessibilidades que caracterizam a região, faz com que os itinerários de visita sejam necessariamente longos e demorados. A cidade de Chaves, em torno da qual se reúne uma fracção considerável dos templos românicos transmontanos, constitui o ponto de partida privilegiado para partir à descoberta do românico desta região.

Número de igrejas: 10

Percurso total: 358 km

Duração recomendada: 2 dias

Primeiro dia: O percurso tem início no centro de Chaves, cuja igreja matriz, embora muito alterada, conserva ainda importantes parcelas românicas, nomeadamente no seu portal. Seguidamente, sugere-se a visita a dois interessantes monumentos situados nas imediações da cidade: a igreja de Outeiro Seco e a capela da Granjinha – esta última é notável pela rica escultura que apresenta no seu portal. Seguimos depois para oeste, até ao concelho de Boticas, para apreciar a fresta românica da capela-mor da igreja de Covas do Barroso. Para terminar o dia, rumamos a sueste, passando por Vila Pouca de Aguiar, e paramos para admirar as mísulas da igreja de Tresminas. Como local de pernoita sugere-se Murça ou Carrazeda de Ansiães.

Segundo dia: Este dia inicia-se com a visita a um dos mais representativos monumentos da arquitectura românica do nordeste transmontano: São Salvador de Ansiães. Situada junto ao castelo de Ansiães, esta igreja merece atenta observação dos pormenores do seu portal principal e dos cachorros que ornamentam o exterior. Ao retomar a descida do monte, vale a pena reparar na arruinada capela de São João Baptista, situada do lado esquerdo da estrada. A paragem seguinte será no concelho de Torre de Moncorvo, onde se situa a igreja de Adeganha. Por fim, de novo em terras flavienses, temos oportunidade de admirar mais uma curiosa fresta: a da capela-mor da igreja de Santa Leocádia. O nosso circuito termina na igreja de São Julião de Montenegro, que apesar de muito alterada conserva ainda importantes elementos românicos.

Mapa interactivo

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